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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Marta Hugon @ Hot Club

Concerto de apresentação do novo álbum, Story Teller, de Marta Hugon, no dia 11 de Dezembro de 2008

com Filipe Melo (p), André Fernandes (g),
Bernardo Moreira (cb), André Sousa Machado (b)

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Filipe Melo, ainda



Filipe Melo - piano
Bruno Santos - guitarra
André Sousa Machado - bateria
Nelson Cascais - contrabaixo

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Filipe Melo @ Hot Club Portugal



Ontem Filipe Melo tocou standards e temas originais em quarteto com Bruno Santos na guitarra, André Sousa Machado na bateria e Nelson Cascais no contrabaixo. Guitarrista a fixar, este Bruno...
(brevemente actualizarei com mais fotografias)

domingo, 9 de novembro de 2008

Filipe Melo Trio

Ouvi-lo a tocar ou a falar de música é um privilégio para qualquer um de nós. Nos dias 20, 21 e 22 de Novembro o Trio de Filipe Melo vai estar no Hot Club. É muito pouco espaço para tão grande momento, antecipo. Conto deixar-vos algumas fotos desse evento aqui.

Postei um vídeo do TFM aqui, agora deixo o registo de um concerto recente aqui em Lisboa em que acompanhou Sheila Jordan.



Já agora, é ele também o realizador de 'um mundo catita' que dentro de momentos passará na TV mais próxima de si.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

John Zorn e Fred Frith @ Gulbenkian

Isto, garanto-vos sem margem para estar enganado, é música de outro campeonato ou de outra galáxia ou de outro universo. A raça humana não atingiu ainda este estado de desenvolvimento.

Zorn e Fred Frith deram-nos uma autêntica lição de música nesta hora e meia. Entrados no palco, cria-se um clima de extase e tensão que não volta a abrandar. A música é livre, improvisada, mas nunca nos deparamos com clichês ou manobras de 'encher'. As técnicas, totalmente invulgares de tocar (mesmo num quadro 'free') resultam num clima invulgarmente expressivo e sem situações frequentemente observadas de alguma aleatoriedade. Na verdade Fred Frith foi para mim a surpresa maior ao fazer tudo com aquela guitarra nas mãos e alguma electrónica 'nos pés descalços'. Um loop sampler serviu não apenas para prolongar um ritmo/som por períodos alongados, mas muitas vezes para gerar apenas mais um batimento enquanto as mãos de Frith já levavam a guitarra para outras sonoridades. Impressionante.
E Zorn, sem electrónicas para controlar, tem igualmente a capacidade de tudo descrever com aquele sax.
Conto deixar-vos aqui num dos próximos posts o trecho de mais de 10 min do concerto em que Zorn tocou ininterruptamente, o seu Sax através da técnica de respiração circular, com um Frith irrequito na guitarra. Um concerto inesquecível.













Jazz em Agosto 2008
Anfiteatro ao ar Livre da Gulbenkian em Lisboa
3 de Agosto

Otomo Yoshihide New Jazz Orchestra @ Gulbenkian

O Jazz em Agosto da Gulbenkian começou aqui. Um Otomo 'à maneira', com um ensemble de jazz, a ONJO, bem coeso. Mesmo assim, houve altos e baixos na improvisação. A destacar a actuação do baterista, alguns dos metais e a voz sensual de Kahimi Karie. E do próprio Otomo. Sentiu-se a ausência de momentos de maior exteriorização musico-emocional, num concerto mesmo assim muito bom.












Jazz em Agosto 2008
Anfiteatro ao ar Livre da Gulbenkian em Lisboa
1 de Agosto

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Nick Cave @ Coliseu




O concerto do Nick Cave no Coliseu foi bom. Mas a minha espectativa era que fosse muito bom, por isso não chegou. Vou procurar os meus CD's preferidos dele e pronto.

terça-feira, 4 de março de 2008

Fucking Eyes

“You better believe in ghosts. Because soon you'll become one”

Espero ter captado nestas fotos um pouco do olhar da Lydia Lunch. É denso e profundamente enigmático, atravessa-nos de encanto ou com sangue. Aliás, toda a presença física da Lydia se expressa nestes termos. No palco, já não há músicos. Lydia Lunch actuou acompanhada por multimédia. Neste caso, fotografias suas e material sonoro gravado. Compositora, escritora, realizadora ou poetisa, utiliza a palavra falada para descrever universos da obsessão e do pecado contemporâneo, sexo e vícios incluídos abundantemente.

Na Zé dos Bois (ZDB) no passado dia 15 de Fevereiro, após o derradeiro concerto, soube-o entretanto, dos Flanela de Tal (post já aqui abaixo).

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Flanela de Tal

Música genuína, angulosa e experimental mas com alguma experiência por vir. Gostei. Foram a primeira parte do espectáculo de Lydia Lunch que ocorreu na Zé dos Bois (ZDB) no passado dia 15 de Fevereiro.

Flanela de Tal:
Isabel Carvalho
Mauro Cerqueira
Luís Eustáquio