sexta-feira, 1 de maio de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
Hugo Largo
sábado, 25 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
impressões
Qualidade de impressão a cores e pb mais que impressionante, tão rápida que faz uma foto 10x15 a 480dpi em menos de 20 segundos, silenciosa que nem um rato, dois carregadores independentes e prontos a usar para A4 e 10x15, numa caixa minimalista e sem qualquer papel à vista, onde apenas sobressai o excelente lcd. Soubesse já eu disto e garanto-vos que teria provocado há muito uma discreta embolia à que tinha antes! Epson Stylus PX700W
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Peter Walker @ ZDB




Após o concerto, na ZDB, de Old Jerusalem (post já aqui mais abaixo) foi a vez de Peter Walker, um senhor de ar simpático e um bocadinho 'out' que teve alguma fama nos anos 60 mas que depois decidiu passar incógnito cerca de 40 anos da sua vida, tendo reaparecido recentemente. Interessante, mas porventura um pouco repetitivo. Falo do concerto, já que ainda não ouvi os álbuns que comprei à saída do espectáculo. De qualquer forma o 'Long Lost Tapes 1970' promete...
quarta-feira, 22 de abril de 2009
olha,
terça-feira, 21 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Old Jerusalém @ ZDB



domingo, 19 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
No Hot Club em 12 de Março





segunda-feira, 6 de abril de 2009
domingo, 5 de abril de 2009
Jesse Davis no Hot Club
Fotos de Jesse Davis acompanhado por Filipe Melo e amigos, no Hot Club em 11 de Março, como tinha anunciado. Jesse Davis contagiou positivamente todo o grupo, proporcionando um excepcional concerto onde predominaram os standards.

Filipe Melo (piano)
Bruno Santos (guitarra)
Nelson Cascais (contrabaixo)
Bruno Pedroso (bateria)
Ianasonic na FNAC


Diana Freire - vocalsJoão Júlio - guitars
Joaquim - drums and samples
Mota - bass
Aurélien Vieira Lino - keys and samples
Paulo Bispo - lead and fx guitars
ianasonic / myspace
sexta-feira, 13 de março de 2009
terça-feira, 10 de março de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
Jesse Davis
Influenciado por Charlie Parker e Cannonball Adderley, tocou com Wynton Marsalis, Ray Brown, Kenny Barron, Hank Jones, Roy Hargrove, Nicholas Payton, entre outros. Em 1989, foi premiado com o "Most Outstanding Musician" pela revista Downbeat.
Será acompanhado por uma formação liderada por Filipe Melo (piano) e Bruno Santos (guitarra), que conta ainda com Nelson Cascais (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria).
Encontro-vos por lá...
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
na mesa de cabeceira (sendo que durmo no estudio)

este veio à uns dias da Amazon e digamos que é uma excelente abordagem generalista, mas completa. Jazzology: the encyclopedia of jazz theory for all musicians de Robert Rawlins. Atenção que apesar da palavra 'enciclopedia', não tem uma organização alfabética, mas temática.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Achei interessante isto,
Também é interessante recordar que as décadas mais recentes são as mais quentes desde sensivelmente 1000DC, que o aquecimento que se verifica desde o séc XIX é o maior que há registo dos ultimos 1000 anos e que os 10 anos mais quentes estão registados depois de 1997.
Já agora, 'clima', é o 'tempo' médio ao longo de 30 anos. Não são 3 meses, nem 3 anos.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Não foi Deus...

Passam 200 anos do nascimento de Darwin e 150 da publicação da 'A Origem das Espécies', onde foi apresentada a teoria da evolução.
Desde aí que a ciência não pára de acumular evidências que a comprovam. A descrição que hoje fazemos dos seres vivos está assente no pressuposto da evolução e as aplicações que resultam por exemplo, na área biotecnologia para a medicina, são fundamentais.
Como é possível que num dos países onde mais se produz em termos de investigação científica, um em cada dois habitantes não aceite a validade da teoria da evolução, é um fenómeno que me escapa. Na volta precisamos de ajustar a teoria para explicar esta estagnação na evolução dos Americanos.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Rapidas
pois. este post do mictório luzidio só não me tira as palavras da boca porque ele escreve como ninguém. (eu morro de inveja da escrita dele)
a propósito, ando mesmo deliciado com este duplo CD com Joe Pass e Herb Ellis nas guitarras; já estava na minha pilha "por ouvir" já vai para mais de um ano - porque nego-me a arrumá-los enquanto não os oiço.
já os livros, arrumo-os como se os tivesse lido, porque não é tão fácil deixar de saber quais são.sabem do segundo estômago dos ruminantes? a leitura de "Arte Contemporânea" de Anne Cauquelin, foi para mim de tal forma interessante e surpreendente que fiquei a digeri-lo durante meses, num processo semelhante. agora vou começar a ler "A Invenção da Paisagem" também dela. a expectativa é grande.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
soa bem!
we'd be too simple to understand it.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
some day my prince will come
pela primeira vez adaptado ao jazz por dave brubeck e mais tarde tocado por milhares de outros, incluindo miles davis, chet backer, herbie hancock, oscar peterson, bill evans. também gosto da versão da sinéad O'connor )
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Quinta Feira vão lá os "O Cão da Morte". A foto não é minha, roubei-a aqui e parece ter sido tirada pela própria Kris. Ficou muito bem!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
mas eu gosto disto!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
método moderno
assim é que é!
Para principiantes na improvisação jazz esta abordagem parece-me altamente vantajosa. é fácil um solo 'descontrolar-se' ou perder o sentido se a escala for usada aleatoriamente. ao basear os solos em encadeamentos de curtas frases com estes grupos, a probabilidade de asneira diminui. além disso, esta divisão facilita imenso o saber que grau da escala estamos a tocar em cada instante; aumenta portanto a consciência musical. por fim, cada um destes grupos pode ser tocado para definir a harmonia, em substituição de um arpejo. um ii-V-I soa de forma bastante correcta e interessante se usarmos esta técnica para os modos associados a cada um dos acordes.
sábado, 17 de janeiro de 2009
no / ideia
Hoje não me apetece pôr aqui nenhum video. Não tenho nenhuma música para cá pôr. Estou na dúvida se ponha uma fotografia. Escrever qualquer coisa seria impossível. Porque é que me apetece postar? É o cúmulo da incoerência e despropósito, embora sem grandes consequências. Eis descoberta a função deste blog.
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The Idea is the whole thing. If you stay true to the idea, it tells you everything you need to know, really. You just keep working to make it look like that idea looked, feel like it felt, sound like it sounded, and be the way it was. And it's weird, because when you veer off, you sort of know it. You know when you're doing something that is not correct because it feels incorrect. It says, "no, no; this isn't like the idea said it was". And when you're getting into it the correct way, it feels correct. It's an intuition: You feel-think your way through. You start one place, and as you go, it gets more and more finelly tuned. But all along it's the idea talking. At some point, it feels correct to you. And you hope that it feels somewhat correct to others.
...
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Coleman Randolph 'Bean' Hawkins
À pergunta de qual é o instrumento mais característico do Jazz, a resposta mais frequente é sem dúvida o saxofone (tenor). Mas se o Jazz nasce em finais do séc XIX, foi apenas em 1914 que ‘Six Brown Brothers’, um grupo constituído apenas por saxofones (um instrumento inventado por Adolphe Sax em 1846), realizou as primeiras gravações de ragtime e jazz.
Mesmo em 1921, quando Coleman Hawkins se iniciou como musico profissional, o saxofone tenor ainda era considerado essencialmente um instrumento de acompanhamento. Hawks revela-se um músico seguro, com um som cheio e vibrato rápido e bem colocado.
A sua técnica de slap-tongue, assemelhava-se ainda à dos músicos de Vaudeville, apesar de ser já considerado como um músico de ‘avant-garde’. Mas, na orquestra de Fletcher
Hawk ruma para a Europa já gozando da fama e prestigio alcançados e nos cinco anos que aí permanece realiza uma diversas gravações de relevo. A mais famosa destas sessões realizou-se com um grupo onde se incluíam Django Reinhardt e Benny Carter. Hawkins tocou com uma vitalidade e fervor rítmico notáveis e fez um solo extraordinário na gravação de ‘Crazy Rhythm’.
Entretanto também Lester Young tinha desenvolvido e ganho admiração pelo seu estilo oposto a Coleman Hawkins: o de Hawks é vertical, baseado na passagem dos acordes, ou como vulgarmente se designa, baseado nos ‘chord changes’. Tinha um tom cheio e um vibrato poderoso. Lester Young tinha um sentido horizontal, apoiado pelo voice leading e elevado sentido melódico. Um som igualmente marcante mas sem qualquer vibrato e aparentemente liberto do passar dos tempos.
A sua carreira prossegue. Nos 40's foi também um músico de bebop, encorajou e acompanhou muitos ‘modernistas’ como Thelenious Monk, Max Roach e Dizzy Gillespie. Esteve ligado às primeiras experiencias do nascimento do Bebop, em contraste nítido com outros músicos como Armstrong ou Benny Goodman que praticamente repudiaram esta nova forma de tocar.
Nos últimos dois anos de vida Coleman apresenta sinais de desgaste psíquico e sofre agravadamente de alcoolismo, um problema que o acompanhou boa parte da vida. Em 1967 colapsa em palco, em Toronto. Ainda surge no trio de Oscar Peterson e toca por algum tempo nop Ronnie Scott’s. Em 1969 dá o seu último concerto no North Park Hotel em Chicago, falecendo pouco depois.
Coleman Hawkins está no Panteão de solistas de Jazz ao lado de Armstrong, Beiderbecke, Parker, Bechet e Young. Verdadeiro mestre do saxofone, com um raro sentido de improvisação, capacidade de expressão e propensão para a liderança instrumental, continua a ser uma figura inspiradora e venerada para todos os saxofonistas tenores.
domingo, 11 de janeiro de 2009
amanhecer
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
o blues
Blues (e rock) industrial lento, monótono, repleto de clichés. Ao ouvi-lo parece-me aquilo que eu teria feito à 10 anos atrás (antes do jazz) se tivesse feito alguma coisa. (Se soubesses, narciso!) Não é uma revolução musical, mas é um verdadeiro David Lynch e tem uma estética poderosa.

2 - Jazz composition de Ted Pease (Berklee Press) é um livro para alunos de jazz bastante interessante. E são quase nenhuns os livros no mercado que abordam directamente a composição com linguagem Jazz. Hear me talkin to ya: The Story of Jazz as told by the men who made it, pelos jornalistas Nat Shapiro e Nat Hentoff. Uma interessante recolha de testemunhos na primeira pessoa, desde o nascimento do jazz em new Orleans, até ao bebop. Estão todos lá!
3 - deixei o Travian, era ele ou eu. Isto a propósito de um anterior post. Mas em contrapartida os melhores chocolates do mundo, são os Cioccolato di Bruco, em especial o negro aromatizado com rum e baunilha.
4 - fuck! Os popups continuam aqui no blog e eu não sei que faça!!
















