sexta-feira, 1 de maio de 2009

Miles Ahead

Banda Sonora: Miles Davis, miles ahead

domingo, 26 de abril de 2009

Hugo Largo

Os Hugo Largo foram a voz de Mimi Goese acompanhada por dois baixos e um violino. Fizeram, em apenas dois álbuns, a melhor musica do mundo. drum em 1988 e mettle em 1989.






sábado, 25 de abril de 2009

the great rock 'n' roll swindle


Banda Sonora: Sex Pistols, the great rock'n'roll swindle

sexta-feira, 24 de abril de 2009

impressões

Forçado a ter de comprar uma nova impressora, escolhi este modelo que vem equipado assim:
Qualidade de impressão a cores e pb mais que impressionante, tão rápida que faz uma foto 10x15 a 480dpi em menos de 20 segundos, silenciosa que nem um rato, dois carregadores independentes e prontos a usar para A4 e 10x15, numa caixa minimalista e sem qualquer papel à vista, onde apenas sobressai o excelente lcd. Soubesse já eu disto e garanto-vos que teria provocado há muito uma discreta embolia à que tinha antes! Epson Stylus PX700W

quinta-feira, 23 de abril de 2009

abençoado domingo de páscoa!




Peter Walker @ ZDB



Após o concerto, na ZDB, de Old Jerusalem (post já aqui mais abaixo) foi a vez de Peter Walker, um senhor de ar simpático e um bocadinho 'out' que teve alguma fama nos anos 60 mas que depois decidiu passar incógnito cerca de 40 anos da sua vida, tendo reaparecido recentemente. Interessante, mas porventura um pouco repetitivo. Falo do concerto, já que ainda não ouvi os álbuns que comprei à saída do espectáculo. De qualquer forma o 'Long Lost Tapes 1970' promete...

quarta-feira, 22 de abril de 2009

olha,

Se há rua que percorro todas as manhâs e sempre gostei, é a da Escola Politécnica. Tava aqui a fazer umas contas ao(s) acaso(s)...

exactamente há dois anos e dois meses


em alcochete.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Numbers

lembro-me deles na zdb... mais ou menos assim.


segunda-feira, 20 de abril de 2009

Old Jerusalém @ ZDB

Old Jerusalem, na zé dos bois, sexta feira passada. Foi a apresentação de "two birds blessing" o novo trabalho da autoria de Francisco Silva, o mentor 'cool' deste projecto.



domingo, 19 de abril de 2009

terça-feira, 14 de abril de 2009

terça-feira, 7 de abril de 2009

No Hot Club em 12 de Março

Carlos Martins (sax) consagrado saxofonista nacional, Carlos Barreto (contrabaixo) uma referencia de topo no Jazz português e também com extensa internacionalização e Joel Silva (bateria) uma grande promessa entre os nomes emergentes no Jazz nacional. Temas de Jazz contemporâneo de estrutura bastante livre e improvisação extensa, da autoria dos músicos. Foi um óptimo concerto Jazz, onde apenas faltou o clima da plateia, devido a uma afluência um pouco baixa (dia de semana, e formação, apesar de tudo, menos sonante). Mais para o fim recompôs-se!



segunda-feira, 6 de abril de 2009

domingo, 5 de abril de 2009

Jesse Davis no Hot Club


Fotos de Jesse Davis acompanhado por Filipe Melo e amigos, no Hot Club em 11 de Março, como tinha anunciado. Jesse Davis contagiou positivamente todo o grupo, proporcionando um excepcional concerto onde predominaram os standards.





Jesse Davis (Sax alto)
Filipe Melo (piano)
Bruno Santos (guitarra)
Nelson Cascais (contrabaixo)
Bruno Pedroso (bateria)

Ianasonic na FNAC

Foi assim esta noite (sábado) na Fnac do Vasco da Gama, onde os Ianasonic tocaram cerca de meia duzia de temas rock/pop com um som bem coerente e coeso. O 1º álbum, reflectindo 4 anos de amadurecimento está na rua e chama-se "Controversy". O 2º álbum já se prepara.



Diana Freire - vocals
João Júlio - guitars
Joaquim - drums and samples
Mota - bass
Aurélien Vieira Lino - keys and samples
Paulo Bispo - lead and fx guitars
ianasonic / myspace

sexta-feira, 13 de março de 2009

terça-feira, 10 de março de 2009

terça-feira, 3 de março de 2009

Jesse Davis

Uma das vozes consagradas do saxofone alto no jazz vai estar em Portugal, dia 11 de Março no Hotclube (e 13 de Março no Cineteatro de Alcobaça).

Influenciado por Charlie Parker e Cannonball Adderley, tocou com Wynton Marsalis, Ray Brown, Kenny Barron, Hank Jones, Roy Hargrove, Nicholas Payton, entre outros. Em 1989, foi premiado com o "Most Outstanding Musician" pela revista Downbeat.

Será acompanhado por uma formação liderada por Filipe Melo (piano) e Bruno Santos (guitarra), que conta ainda com Nelson Cascais (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria).

Encontro-vos por lá...


Miss Bardot (avec les Freres Jacques)

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

na mesa de cabeceira (sendo que durmo no estudio)

este é velhinho mas é um mimo para fornecer uma metodologia de estudo de improvisação: How To improvise: an approach to practicing improvisation de Hal Crook. Está na 'mula' em pdf o que é muito prático :)

este veio à uns dias da Amazon e digamos que é uma excelente abordagem generalista, mas completa. Jazzology: the encyclopedia of jazz theory for all musicians de Robert Rawlins. Atenção que apesar da palavra 'enciclopedia', não tem uma organização alfabética, mas temática.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Achei interessante isto,

devido à tendência de aquecimento global, alguns lagos não congelaram no inverno como de costume. Como consequência, os nevões que se seguiram foram muito maiores, devido à maior quantidade de água vinda desses lagos, que estava disponível na atmosfera. Penso que exemplifica pelo menos parcialmente, o aparente paradoxo de num clima de aquecimento surgirem invernos mais agrestes.
Também é interessante recordar que as décadas mais recentes são as mais quentes desde sensivelmente 1000DC, que o aquecimento que se verifica desde o séc XIX é o maior que há registo dos ultimos 1000 anos e que os 10 anos mais quentes estão registados depois de 1997.

Já agora, 'clima', é o 'tempo' médio ao longo de 30 anos. Não são 3 meses, nem 3 anos.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Frank Chickens - blue canary



Frank Chickens, da extraordinária Kazuko Hoki.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Não foi Deus...


Passam 200 anos do nascimento de Darwin e 150 da publicação da 'A Origem das Espécies', onde foi apresentada a teoria da evolução.

Desde aí que a ciência não pára de acumular evidências que a comprovam. A descrição que hoje fazemos dos seres vivos está assente no pressuposto da evolução e as aplicações que resultam por exemplo, na área biotecnologia para a medicina, são fundamentais.

Como é possível que num dos países onde mais se produz em termos de investigação científica, um em cada dois habitantes não aceite a validade da teoria da evolução, é um fenómeno que me escapa. Na volta precisamos de ajustar a teoria para explicar esta estagnação na evolução dos Americanos.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Rapidas

uma entrevista na 'arte Sonora' de jan/fev com André Fernandes (um dos nossos bons guitarristas de Jazz) está bem interessante e seria uma pena perder. o tipo tem perfil!

pois. este post do mictório luzidio só não me tira as palavras da boca porque ele escreve como ninguém. (eu morro de inveja da escrita dele)

a propósito, ando mesmo deliciado com este duplo CD com Joe Pass e Herb Ellis nas guitarras; já estava na minha pilha "por ouvir" já vai para mais de um ano - porque nego-me a arrumá-los enquanto não os oiço.

já os livros, arrumo-os como se os tivesse lido, porque não é tão fácil deixar de saber quais são.

sabem do segundo estômago dos ruminantes? a leitura de "Arte Contemporânea" de Anne Cauquelin, foi para mim de tal forma interessante e surpreendente que fiquei a digeri-lo durante meses, num processo semelhante. agora vou começar a ler "A Invenção da Paisagem" também dela. a expectativa é grande.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

soa bem!

If the human mind was simple enough to understand,
we'd be too simple to understand it.

mas na verdade não acredito nisto... é como se não pudesse saber o que significa 11 quando só tenho 10 dedos pra contar.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

some day my prince will come

(standard jazz nº 455623445683, ainda na versão broadway.
pela primeira vez adaptado ao jazz por dave brubeck e mais tarde tocado por milhares de outros, incluindo miles davis, chet backer, herbie hancock, oscar peterson, bill evans. também gosto da versão da sinéad O'connor )

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Os concertos da Trama são cada vez mais incontornáveis. Ainda por cima hiper-ridiculamente baratos. Ainda por cima numa Livraria. Aquilo vai dar umas dores de cabeça porque o espaço não é grande. Desejo muitas dores de cabeça aos responsáveis! Força!!

Quinta Feira vão lá os "O Cão da Morte". A foto não é minha, roubei-a aqui e parece ter sido tirada pela própria Kris. Ficou muito bem!


*Sim, os concertos da Trama são mesmo importantes!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

mas eu gosto disto!

ia escrever qualquer coisa mas já não me apetece tá bem? também já não são horas e o jantar com os nossos amigos foi bastante acompanhado por uma casta alentejana. vou mas é embora. até amanhâ.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

método moderno

Sigam os passos do último post e em menos de duas horas estarão a tocar assim:


ou assim:


(isto é verdade!)

assim é que é!

façam o seguinte (se o estudo de escalas e arpejos na guitarra for assunto com algum interesse para vós): dividam a escala (maior, menor, modos, seja o que for) que estão a estudar por três grupos, deste modo:
1235, 3457, 5672

estes algarismos são os graus da escala e o dois final é na verdade a nona. estes grupos têm um valor melódico intrínseco e suficiente informação harmónica para serem usados em vez de escalas e arpejos.

Para principiantes na improvisação jazz esta abordagem parece-me altamente vantajosa. é fácil um solo 'descontrolar-se' ou perder o sentido se a escala for usada aleatoriamente. ao basear os solos em encadeamentos de curtas frases com estes grupos, a probabilidade de asneira diminui. além disso, esta divisão facilita imenso o saber que grau da escala estamos a tocar em cada instante; aumenta portanto a consciência musical. por fim, cada um destes grupos pode ser tocado para definir a harmonia, em substituição de um arpejo. um ii-V-I soa de forma bastante correcta e interessante se usarmos esta técnica para os modos associados a cada um dos acordes.

sábado, 17 de janeiro de 2009

no / ideia

1
Hoje não me apetece pôr aqui nenhum video. Não tenho nenhuma música para cá pôr. Estou na dúvida se ponha uma fotografia. Escrever qualquer coisa seria impossível. Porque é que me apetece postar? É o cúmulo da incoerência e despropósito, embora sem grandes consequências. Eis descoberta a função deste blog.



2

3

The Idea is the whole thing. If you stay true to the idea, it tells you everything you need to know, really. You just keep working to make it look like that idea looked, feel like it felt, sound like it sounded, and be the way it was. And it's weird, because when you veer off, you sort of know it. You know when you're doing something that is not correct because it feels incorrect. It says, "no, no; this isn't like the idea said it was". And when you're getting into it the correct way, it feels correct. It's an intuition: You feel-think your way through. You start one place, and as you go, it gets more and more finelly tuned. But all along it's the idea talking. At some point, it feels correct to you. And you hope that it feels somewhat correct to others.
...

(David Lynch - Catching the Big Fish, pág 83, ASK THE IDEA)

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Coleman Randolph 'Bean' Hawkins

À pergunta de qual é o instrumento mais característico do Jazz, a resposta mais frequente é sem dúvida o saxofone (tenor). Mas se o Jazz nasce em finais do séc XIX, foi apenas em 1914 que ‘Six Brown Brothers’, um grupo constituído apenas por saxofones (um instrumento inventado por Adolphe Sax em 1846), realizou as primeiras gravações de ragtime e jazz.

Mesmo em 1921, quando Coleman Hawkins se iniciou como musico profissional, o saxofone tenor ainda era considerado essencialmente um instrumento de acompanhamento. Hawks revela-se um músico seguro, com um som cheio e vibrato rápido e bem colocado. Em 1923 grava um solo ‘dirty blues’ que atinge uma enorme notoriedade.

A sua técnica de slap-tongue, assemelhava-se ainda à dos músicos de Vaudeville, apesar de ser já considerado como um músico de ‘avant-garde’. Mas, na orquestra de Fletcher Henderson, a influência de Louis Armstrong que entretanto entra na banda, vai ser decisiva em especial no estilo rítmico e no swing, em particular para Hawkins. Até aqui rígido, começou a evoluir para uma forma mais suave, linear e melódica, evidente na sua gravação ‘Stampede’ em 1926, e na qual se torna clara a sua entrada no swing. Em 1933 a sua fama era mundial e dele se ouvem pela primeira vez solos de sax tenor bem vigorosos e rápidos mas simultaneamente com um som aveludado e, na balada, uma fluidez e ligação de notas sem precedentes. Nas palavras de Joachime Berendt, o Jazz foi tenorizado. Durante uma estada da banda de Henderson em Kansas City ele conhece uma série de músicos locais, onde se incluí Lester Young e também Ben Webster, Herman Walder e Herschel Evans. Numa jam session no Cherry Blossom Club que reúne estes nomes a expectativa atrai boa parte da comunidade de músicos para assistir. O despique é aceso e longo e segundo testemunhas como Mary Lou Williams ou Jo Jones, a melhor foi levada por Lester Young e surgia assim um rival.


Hawk ruma para a Europa já gozando da fama e prestigio alcançados e nos cinco anos que aí permanece realiza uma diversas gravações de relevo. A mais famosa destas sessões realizou-se com um grupo onde se incluíam Django Reinhardt e Benny Carter. Hawkins tocou com uma vitalidade e fervor rítmico notáveis e fez um solo extraordinário na gravação de ‘Crazy Rhythm’.


Entretanto também Lester Young tinha desenvolvido e ganho admiração pelo seu estilo oposto a Coleman Hawkins: o de Hawks é vertical, baseado na passagem dos acordes, ou como vulgarmente se designa, baseado nos ‘chord changes’. Tinha um tom cheio e um vibrato poderoso. Lester Young tinha um sentido horizontal, apoiado pelo voice leading e elevado sentido melódico. Um som igualmente marcante mas sem qualquer vibrato e aparentemente liberto do passar dos tempos.


Regressado aos EUA, Hawkins grava “Body and Soul” aproveitando uma oportunidade de utilizar tempo de estúdio. Não esperava desta gravação o acolhimento extraordinário que veio a ter. Nas suas palavras “it was nothing special, just an encore I use in the clubs to get off the Stand. I thought nothing of it and didn’t even bother to listen to it afterwards”. Mas os dois excepcionais chorus de improvisação, verdadeira obra prima, que causa reacção imediata por parte do público e dos outros músicos, reestablecendo a sua importância como músico.


A sua carreira prossegue. Nos 40's foi também um músico de bebop, encorajou e acompanhou muitos ‘modernistas’ como Thelenious Monk, Max Roach e Dizzy Gillespie. Esteve ligado às primeiras experiencias do nascimento do Bebop, em contraste nítido com outros músicos como Armstrong ou Benny Goodman que praticamente repudiaram esta nova forma de tocar.


Nos últimos dois anos de vida Coleman apresenta sinais de desgaste psíquico e sofre agravadamente de alcoolismo, um problema que o acompanhou boa parte da vida. Em 1967 colapsa em palco, em Toronto. Ainda surge no trio de Oscar Peterson e toca por algum tempo nop Ronnie Scott’s. Em 1969 dá o seu último concerto no North Park Hotel em Chicago, falecendo pouco depois.


Coleman Hawkins está no Panteão de solistas de Jazz ao lado de Armstrong, Beiderbecke, Parker, Bechet e Young. Verdadeiro mestre do saxofone, com um raro sentido de improvisação, capacidade de expressão e propensão para a liderança instrumental, continua a ser uma figura inspiradora e venerada para todos os saxofonistas tenores.

domingo, 11 de janeiro de 2009

amanhecer

Parece que cerca de 2 por cento da população tem dificuldades sérias em deitar-se cedo e lavantar-se cedo. Em fazer coincidir os dias astronómicos com os seus dias biológicos. Eu devo pertencer a 0,0001 da população, porque a mim nem os ciclos de vinte e quatro horas parecem fazer sentido. Se tivessem para aí umas 30 horas talvez...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

o blues

1 - Blue Bob é um álbum feito por David Lynch e um seu engenheiro de som e músico, John Neff. Lynch toca bateria e algumas guitarras, incluindo a 'minha' Parker Fly. Julgo que é ele que desenha a cama de improvisos com slide e som distorcido que caracterisa diversas faixas. Neff toca também bateria e uma lista infindável de guitarras e baixos. Utilizam som processado até à quinta casa por quase tudo quanto há no mercado para o efeito. Letras de David Lynch, cantadas mais por Neff.
Blues (e rock) industrial lento, monótono, repleto de clichés. Ao ouvi-lo parece-me aquilo que eu teria feito à 10 anos atrás (antes do jazz) se tivesse feito alguma coisa. (Se soubesses, narciso!) Não é uma revolução musical, mas é um verdadeiro David Lynch e tem uma estética poderosa.


2 - Jazz composition de Ted Pease (Berklee Press) é um livro para alunos de jazz bastante interessante. E são quase nenhuns os livros no mercado que abordam directamente a composição com linguagem Jazz. Hear me talkin to ya: The Story of Jazz as told by the men who made it, pelos jornalistas Nat Shapiro e Nat Hentoff. Uma interessante recolha de testemunhos na primeira pessoa, desde o nascimento do jazz em new Orleans, até ao bebop. Estão todos lá!

3 - deixei o Travian, era ele ou eu. Isto a propósito de um anterior post. Mas em contrapartida os melhores chocolates do mundo, são os Cioccolato di Bruco, em especial o negro aromatizado com rum e baunilha.

4 - fuck! Os popups continuam aqui no blog e eu não sei que faça!!

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Marta Hugon @ Hot Club

Concerto de apresentação do novo álbum, Story Teller, de Marta Hugon, no dia 11 de Dezembro de 2008

com Filipe Melo (p), André Fernandes (g),
Bernardo Moreira (cb), André Sousa Machado (b)