quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Massive Attack @ Coliseu

Agora percebemos porque desesperou a M do Embirrante.
Eis as fotos da primeira parte do concerto, entre as 21h e cerca das 22h15. Banda minimalista com prolongada actuação.

Os Massive Attack tocaram depois. Os temas iniciaram-se sem grande onda, aliás numa atitude de palco assumidamente fria. Não exteriorizam. Mas estava calculado.



A adrenalina vai chegando ao som, a iluminação é bem conseguida e o concerto caracteriza-se pelos altos débitos de energia sonora densa e emocional. Todos parecem rendidos à banda no final (ah, excepto uma bela criatura logo ali à minha frente, que estava rendidada logo à chegada, visto que não parou de esbracejar e berrar durante todo o espectáculo).

A música dos Massive é progressiva, cinemática, monotónica explosiva, complexa.

Como é habitual, tivemos participações de diversos convidados especiais, de onde não posso deixar de recordar Liz Fraser (Cocteau Twins), uma voz em equilibrio perfeito com a atmosfera da música dos Massive Attack.
A propósito, o som estava óptimo.





Alinhamento do Coliseu:
False Flags
Rising Son
16 Seeter (do próximo CD)
Karmacoma
Butterfly Caught
Hymn Of The Big Wheel
Mezzanine
Teardrop
Angel Futureproof
Safe from harm

(encore)
Inertia Creeps
Unfinished Sympathy
Group Four

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Mas somos burros ó quê?

16306 espécies em risco.
Mais 188 espécies à beira da extinção que há um ano atrás.
785 extintas.
Previsões de extinção de metade das espécies ainda existentes, até 2100.

A parte positiva: parece que outro estudo revela que com esta devastação a ameaça para a sobrevivência da humanidade também será elevadíssima. A ver se assim se acalma a besta!




The Cucumber Tree (Dendrosicyos socotrana) is an unusual Vulnerable endemic from the island archipelago of Soqotra, Yemen. The species is very well adapted to withstand drought conditions and should therefore be better able than many species to tolerate any drying out of the Archipelago due to climate change. However, in times of severe drought, trees are cut-down, pulped and fed to livestock, and in some areas this has resulted in its almost total eradication. Declining habitat quality is also preventing regeneration of the plant. Photo © Anthony G. Miller.

Origem dos dados: The World Conservation Union

domingo, 16 de setembro de 2007

Fotografia amadora


Nunca optei por me profissionalizar, mas desde que me lembro que sou fotógrafo amador. Já são uns bons anos nisto.
Estas fotografias fizeram-me rever esta vida em retrospectiva, porque fazem parte de um lote que, pela primeira vez, tratei definitivamente com o Lightroom.

O Lightroom é uma descontinuidade, um salto brutal na tecnologia digital de tratamento de fotografias e na interface com o utilizador.

Por isso, completamente incrédulo com as proezas que ia obtendo nestas fotografias, foram-me ocorrendo as diversas frustações que um fotógrafo amador tinha para 'revelar' as suas pérolas. Lembro-me das mil explicações que dava, em vão, num laboratório, para explicar que as fotografias tinham filtros, tinham valores de exposição calculados para um determinado detalhe, tinham um enquadramento que esperava que fosse respeitado. Em vão! Recebia fotografias em que os pretos eram cinzento claro, os amarelos era mais provável que passassem a branco, os enquadramentos ficavam destruídos, as cores dominantes alteradas. Um fotógrafo amador não tinha alternativa (os profissionais claro que sim...). Chegava a pedir revelação da mesma foto em vários locais para escolher a melhor. As variações eram inacreditáveis. Daí que passagem para slides foi, entretanto, incontornável. Mas como os mostrava?

A fotografia digital foi a entrada num novo universo, mas a capacidade das máquinas fotográficas, dos computadores, das impressoras e os próprios softwares eram, enfim, sempre um pouco menos que o que se esperava...
Hoje as máquinas têm mais de 10M píxeis, os PC's são 'quad core', as impressoras custam menos que um tinteiro (ok, os tinteiros ainda são caros!!). Os programas de edição de imagem já são sofisticadíssimos, de há uns poucos anos para cá. Mas o Lightroom não é mais um programa de processamento de imagem, é estritamente um laboratório digital para tratamento de negativos digitais. É uma nova era e por fim o fotógrafo amador não tem de se profissionalizar para fazer fotografias em que controla totalmente o seu objectivo. 2007 é um novo milénio para a fotografia.
Pois, o ritmo da evolução tecnologia não abranda, mas é pelo menos uma nova década.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

O diário artistico da Val

Há cerca de um ano 'tropecei' num video do YouTube chamado "Val's Art Diary", que me cativou imenso.
Na verdade um diário em formato video, publicado directamente no YouTube em que a interessante Valentina nos mostra o seu processo de criação de uma pintura. Outras pequenas intimidades da sua vida ou reflexões surgem, condimentando a crónica num estilo emocional, inteligente e humorístico.



Depois o quadro e o DVD com o video é posto em leilão no ebay. Curiosidade adicional, o sucesso tem sido impressionante, com os quadros a atingirem várias centenas de dólares e os vídeos a já terem mais de 3 milhões de visionamentos.

"I started posting videos because I wanted to find an audience for my paintings. I think we live in the times when the traditional fine arts are often seen as snobby, and elitist. This perception often hurts artists who struggle to find the audience. It is hard for a painter to make an average person interested in his or her work. The presentation of the artwork in galleries and museums often does not attempt to reach out and explain the intentions of the artist. That's why the proper artist's statement was always very important to me. I felt that people who take their time to look at my art have the right to know what my intentions were when creating it. But I'm not a good writer and was always horrible at making a cohesively written artist statement. That's why I thought "Why not let myself ramble a bit on camera as I paint? Wouldn't that make it a truly ideal statement?" I believe there is something to it. I posted it on YouTube as an experiment. I was very curious to see how people respond to it. That's how 'Val's Art Diary' was born.

"My expectations were very low. I hoped few people would care enough to comment and give me feedback on my work which, by the way, in itself would have made me very happy. Even at the time when I started my art diary I thought about YouTube as a place for goofy videos and accidents. I never really believed there was a big audience for more serious art-related content. But I hoped there were few souls out there that would care about my work.

"The response I got was a total surprise. My videos have been watched by over 3 million people over last 5 months. I would have never suspected that so many people cared about my art and the creative process. But what surprised me more that number was the support and appreciation for art I found among the viewers who post comments under my videos. I post my videos every Sunday and each Sunday there is a virtual party where I have a chance to respond to comments and connect with the viewers and discuss the latest piece of art with them. Making art can be a very lonely activity and YouTube made it rewarding by giving me a loyal audience."

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

tu não és a pessoa ideal para falar de ti mesmo…


De Pink Floyd, a minha escolha é, na maior parte das vezes, “The Piper at the Gates of Dawn” e “Ummaguma”. Estão também no top da minha escolha na área do Psicadelismo.
Se o primeiro tem alguma consensualidade quanto à sua importância e teve agora uma edição ultra completa comemorativa dos seus quarenta anos de existência, o segundo parace ter sido amaldiçoado pela crítica e pelos próprios músicos.



A mim não me parece, mas vejam lá o que os próprios dizem da sua obra. Não acreditem, não concordem. Ummaguma (calão Inglês para 'fornicar') é bom!

Citações:
"This was absolutely not a band album. The live stuff sounds incredibly antiquated now, although the fact of Pink Floyd playing at Mothers in Birmingham was considered a bit of an event at the time. We were looking for new ways of constructing an album, although I think what this demonstrates is that our sum is always better than the parts. EMI was very hidebound in those days. It was still run by guys in white coats. I was prevented from editing my own tapes by a studio manager who told me I wasn't a union member." - Nick mason

"I'd never written anything before. I just went into the studio and started waffling about, tacking bits and pieces together. I rang up Roger at one point to ask him to write me some lyrics. He just said, No." - David Gilmour

"We all believed it was going to be one of the best things we'd ever put onto record, which I think it was at that time, but the stuff on the album isn't half as good as we can play." - Richard Wright

"I learned a lot about what constitutes good music, or rather music that people really want to heart" - Richard Wright, about Part IV Instrumental

"For me, it was just an experiment. I think it was badly recorded, the studio side could have been done better. We're thinking of doing it again." - David Gilmour

Mais citações
"What was your inspiration for The Narrow Way (on Ummagumma) your first major Floyd composition?"
"Well, we'd decided to make the damn album, and each of us to do a piece of music on our own... it was just desperation really, trying to think of something to do, to write by myself. I'd never written anything before, I just went into a studio and started waffling about, tacking bits and pieces together. I haven't heard it in years. I've no idea what it's like." - David Gilmour

"What do you think of your early records like Atom Heart Mother and Ummagumma today?"
"I think both are pretty horrible. Well, the live disc of Ummagumma might be all right, but even that isn't recorded well." - David Gilmour

"When you listen to Ummagumma, you get the feeling that each one of you is doing his own music, not caring much about the others."
"That's right. I can't be precise, but we were very individualistic at the time." - Nick Mason

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

O Livro do Desassossego, em tiras

Comprei uma versão "portátil" deste livro, mas podia ter sido de outro, pra ver...
Têm bom aspecto, lê-se depressa, como é óbvio, mas ler estes excertos descontextualizados e talvez mais grave, sem aviso da descontextualização, é como comer açúcar em vez de comer uma sobremesa. O açúcar podia ser de qualquer uma.
Valeu ter ficado bem (o livro, não o açúcar) nesta fotografia..

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket

Cheguei e trouxe espinhos amarelos

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket

num pé.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Ornette Coleman @ Jazz em Agosto

... ... ... e para lá me dirigi.





No palco haveria uma bateria e o sax alto do Coleman. Certo.
Mas também surgiam dois contrabaixos acústicos e um baixo electrico... Hummm, colocam-se algumas questões de índole prática e metafísica ainda antes do espectáculo começar, recordo-me que o Coleman é um pouco filosófico...
Afinal um dos contrabaixos era tocado com arco e o baixo eléctrico soava a guitarra. Pois tá claro.





Video e Fotos (antes de editadas) por JTorcato

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Lauren Newton @ Jazz em Agosto


(as onze peças do encore do concerto, cujo era apenas uma)

Lá fui ao concerto no sábado à tarde. Prescindi do passeiozinho de verão, esperei com impaciência que chegasse a hora.

Não esperava muita gente, mas a sala encheu. E como deveria sempre acontecer, encheu apenas depois de eu ter chegado e escolhido um lugar jeitoso.

Pela hora prevista, começa-se a ouvir na sala um leve murmúrio, contínuo, ninguém no palco. Não foi imediato perceber que o quarteto de vozes “Timbre” estava a entrar lentamente pelas traseiras da sala.

Lauren Newton, a vocalista mentora do projecto, improvisadora de mil projectos. Elisabeth Tuchmann, que já foi aluna de canto da própria Lauren, e é fundadora do coro feminino “Vocalisa”. Oskar Morth, que tem também uma larga experiência de intérprete de música antiga e clássica. Por fim, Bertl Muetter uma personalidade ímpar que trabalha ”quase na totalidade em coisas para as quais não tenho formação nenhuma, coisas, portanto, cujo desfrute ninguém pode impedir”.



É este o quarteto Timbre que deu o penúltimo concerto do Jazz em Agosto, cerca de hora e meia de arte, leve e bem humorada. Num género musical, o da musica livre improvisada, que quando falta o génio facilmente resvala para o excessivamente intelectualizado ou abstrato.

Um comentário final à actuação empática de Elisabeth Tuchmann e a Bertl Muetter, cuja originalidade como performer e músico foi notável. Quando toca trombone, mostra-nos que a criatividade e o "sentido de palco" são fundamentais, sendo o virtuosismo técnico uma especiaria que os realça.


Depois, era hora do Ornette Coleman ... ... ... ...


domingo, 12 de agosto de 2007

Este é o único blog que tem TPC


(re)Descubram Trudi Pitts. Ide ao Google, às enciclopédias da biblioteca da paróquia, sei lá... aqui têm dois teasers:

Love For Sale




Live with Greg Osby at the Philadelphia Museum of Art



E se chegarem a ouvir este CD, terão uma vida mais bela. Funciona sempre. Tenham algum cuidado com a faixa dois, uma versão de "The Spanish Flea" que nos faz pensar que a vida é só (esta) música.


Repararam quem é o guitarrista por trás da Truddy?? Pat Martino. Hmmm.. não queria aborrecer, mas este é um mito vivo da guitarra jazz. Não era sabido? TPC, já!!

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Como dar cabo de uma mosca


Três
instantes, uma história pra contar...

(belisque para aumentar; feche os olhos e a sequência anima-se)



quinta-feira, 2 de agosto de 2007

um filme, quando visto a partir do ecrâ onde se projecta, é um túnel de luz

Andrei Tarkovsky, Michelangelo Antonioni, Tonino Guerra
na casa de Antonioni

terça-feira, 31 de julho de 2007

Splash!!!


Foram ao banho!




...mergulharam daqui.
à tardinha, acabaram-se as ondas

transformaram-se em nuvens, e voaram para...


...onde existe uma arvore alta, a quem segredam sonhos.

sonham, susurram, sentem, sacam salpicos...



Ingmar Bergman

No Egipto dos Faraós acreditava-se que o ser humano só morria quando desaparecia a última recordação dele. Eu ainda acredito.



Vou aproveitar para voltar a ver os meus filmes preferidos do Bergman.

Diamantes em NY




Diamanda Galas vai dar três concertos este Agosto em NY. Faria a viagem Lisboa-NY só por isso, apesar de já a ter visto actuar algumas vezes, em Portugal e fora.

Diamanda Galás will perform Chansons Malheureuses and Amanedhes at New York’s Highline Ballroom on August 19th, 2007. In Chansons Malheureuses and Amanedhes, Diamanda Galás will combine original compositions set upon the poetry of symbolist and surrealist French poets with the dazzling vocal tradition of the Amanedhes (improvised lamentations from Asia Minor and the Middle East), and Greek and Armenian Rembetika songs. The evening will feature, among others, “Keigome Keigome,” “Hastayim Yasiyorum” by Udi Hrant, songs by the great Stelios Kazantzithis and texts by Gerard de Nerval, Aimé Cesaire, Jules Supervielle, and Ferdinand Freiliger.
Diamanda Galás’ Chansons Malheureuses and Amanedhes will be performed at The Highline Ballroom, located at 431 W 16th St. (between 9th and 10th avenues) in New York City, on Sunday, August 19 at 8pm. Tickets are $30. To order tickets, please call (212) 414-5994 or visit www.highlineballroom.com

In Imitation of Life, Galás will transform classic jazz standards and French ballads about the thrill and pain of romantic love into haunting elegies to Eros. The set of chosen songs draws its inspiration from the ancient Greek meaning of desire – an ambivalent state of being combining both the sweet and the bitter. Accompanied by her own ominous piano, the dark queen of extended technique will deliver an unforgettable set of songs, ranging from lovers’ blind fascination to carnivorous desire. “Love is akin to the courtship of the female praying mantis who, right after mating, devours the male’s brain matter,” says Galás. “It is an obsession that prevails in the face of despair. Ending it is too painful to contemplate, though not to digest.” Both concerts will include different selections of songs made famous by Judy Garland and Nancy Wilson (Never Will I Marry), Earl Grant (Imitation of Life), Chet Baker (The Thrill Is Gone and You Don’t Know What Love Is), Ronnie Earl (A Soul That’s Been Abused), Jacques Brel (La chanson des vieux amants), Juliette Greco (Amours perdues and Bonjour tristesse), Edith Piaf (Padam, Padam), and Marlene Dietrich (Je m’ennuie), among others. It will also include selections from Galas’ upcoming compilation of tragic, homicidal love songs, Guilty, Guilty, Guilty, to be released by Mute UK on the Day of the Dead (November 1, 2007), such as Ralph Stanley's haunting O Death (The Reaper's Love Song), O. V. Wright’s Eight Men and Four Women, and the classic Autumn Leaves.
Diamanda Galás’ Imitation of Life will take place at the Highline Ballroom on August 6th and 12th, 2007 at 8pm. The Highline Ballroom is located at 431 W 16th St. (between 9th and 10th Avenues). Tickets are $30. To order tickets, please call (212) 414-5994 or visit www.highlineballroom.com.



Diamanda Galas tem um dos percursos musicais que mais me apaixonam.
Compõe, toca e canta. A sua voz, são "só" 4 oitavas de gama vocal, de registo doce ou na mais infernal articulação.


"..and she sings like a demon going to war, a Valkyrie scatting, a lizard queen seeking revenge for the dead….Galás is profound, rigorous, vocally unlimited, terrifying and utterly compelling."

Mas há também o piano, ou as electrónicas. Galas consegue que a sua música não seja óbvia, embora nem sempre se afste totalmente de algumas raízes culturais, como o blues, que nos criam uma zona de conforto. A sonoridade geral pode ser simultaneamente estranha e muito apelativa, qualquer coisa que se poderia classificar como surrealista.

"Galás approaches the French chanson and the blues in an unusual way—by means of Chopin-inspired accompaniments that denounce her classic training (she has worked with Boulez), modulating her voice with operatic and tribal mixtures that leave her fans fearless."

A música de Galas não é fácil. Uma das razões está na própria essência do que Diamanda Galas pretende comunicar. Cada sua actuação, revela uma faceta humana socialmente intervencionista, pelos direitos de diversas minorias. Mas também uma atitude "contra o sistema".

"Someone dies every 13 minutes [of AIDS]," Galas rages during Masque, a series of arias and invocations meant to make the nation confront the disease.























Vão vê-la. Há aí uma boleia?

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Shit!!

Dos concertos, que por motivos imprevistos, não vou poder ver este verão, este era o mais aguardado.


Este Sábado na Musicbox, os Wordsong vão recriar trabalhos dos dois álbuns que têm publicados. Um é dedicado a Al Berto, outro a Fernando Pessoa. As guitarras, os sintetizadores, e voz falada formam uma mistura “melódico-electrónica”, com algumas reminiscências dos saudosos Mler Ife Dada, que constituem um universo experimentalista e criativo para a reinterpretação da poesia daqueles dois autores.


Wordsong


Pedro d'Orey - Voz

Alexandre Cortez - Baixo eléctrico, teclados e programações

Nuno Grácio - Guitarra e programações

Filipe Valentim - Teclados


sexta-feira, 20 de julho de 2007

Para fazer esta foto não me inspirei em Lisboa


Lisboa entristece-nos um pouco. Impossível aos seus habitantes vivê-la a pé ou de bicicleta (sei de alguns ciclistas teimosos, a quem a cidade fez ver a sua insensatez num curto espaço de tempo), criar laços com o espaço circundante, obter o 'feeling' e os aromas das suas gentes.

Por isso faz-me bem saber de:

e de:

Manual das cidades
Manuel Graça Dias, Relógio d'Água, 2007
Este é um livro constituído maioritariamente por colaborações escritas por Manuel Graça Dias nos últimos dois anos para o semanário Expresso, em que o autor reflecte sobre as idiossincrasias da arquitectura portuguesa, centrando a sua análise no tema das cidades.

"São invocadas as questões sociais, arquitectónicas, históricas que justificam o abandono do centro pelas populações. São identificados os motivos da especulação imobiliária na área metropolitana de Lisboa.



segunda-feira, 16 de julho de 2007

Hangin' out and Jamming...

Este blog, Jazz Guitar Adventures, escrito por um músico, relata-nos as suas conclusões em como analisar e memorizar standards de jazz. Infelizmente parece estar inactivo ou em pausa prolongada, mas achei interessante o que lá está por isso aqui fica a informação. Já agora, se alguém conhecer outros no género, deixe-me um comment. Fico agradecido.