quarta-feira, 6 de abril de 2011
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
11-teto de jazz no Hot Club dia 7 de Outubro de 2009
As fotografias desiludem, quanto mais não seja porque mostram no máximo um quinteto, quando o título do post promete muito mais. Vou explicar-me: estava lá tanto, mas tanto, mas tanto público, que não consegui fotografar quando os músicos estavam todos juntos no palco. Impossivel!






Participaram:
Filipe Melo (p)
Bruno Santos (g)
Bernardo Moreira (cb)
Luis Cunha (tb)
Paula Oliveira (v)
Marta Hugon (v)
Mariana Norton (v)
Joana Machado (v)
Margarida Campelo (v)
Isabel Campelo (v)
Guest Star: Paulinho Braga (bt)
Filipe Melo (p)
Bruno Santos (g)
Bernardo Moreira (cb)
Luis Cunha (tb)
Paula Oliveira (v)
Marta Hugon (v)
Mariana Norton (v)
Joana Machado (v)
Margarida Campelo (v)
Isabel Campelo (v)
Guest Star: Paulinho Braga (bt)
de
PºG
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
recebi hoje este CD da Amazon UK

jessica rylan - interior designs
no interior tem um texto dela própria que acaba assim:
Listening is an ideal way of studying caos, since by nature the ear integrates and correlates information, and throws away the extreme detail wich mires the formal study of caos.
...
Playing with caos is like looking through a tiny pinhole at a vast sea. Most of the sea is boring and repetitive, but when you happen upon the magic spaces, hidden worlds open up to you. We don't know how to predict where to find these magic places, but in our failling approach we edge closer little by little to that infinite beauty wich is the goal of all music.
Listening is an ideal way of studying caos, since by nature the ear integrates and correlates information, and throws away the extreme detail wich mires the formal study of caos.
...
Playing with caos is like looking through a tiny pinhole at a vast sea. Most of the sea is boring and repetitive, but when you happen upon the magic spaces, hidden worlds open up to you. We don't know how to predict where to find these magic places, but in our failling approach we edge closer little by little to that infinite beauty wich is the goal of all music.
jessica rylan, november 2006
de
PºG
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Workshop Improvisação - Vitor Rua
Vítor Rua irá leccionar em Lisboa, um "Workshop de Improvisação e Composição", aberto a músicos e não músicos, participantes interessados em desenvolver e trabalhar em novos métodos e técnicas de improvisação e composição, bem como em alargar os seus conhecimentos a músicas experimentais.Entre os objectivos do workshop, inclui-se a gravação de um CD e a apresentação ao vivo de uma ou mais composições/improvisações, com a participação de todos.
Ao longo do workshop serão também abordados assuntos de ordem teórica musical, tal como o estudo de alguns dos mais importantes movimentos e tipologias musicais do século XX:
futurismo, música concreta, acusmática, espacial, rock, música ambiental, minimalismo, música aleatória, música de computador, música improvisada, música electrónica, biomúsica.
O custo da participação no curso é de 150€, correspondendo a 3 encontros de 4 horas cada, entre Agosto e Outubro em horário a combinar. Contactar: 916544203.
de
PºG
domingo, 5 de julho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Serralves em Festa - 6a edição - Alguns Concertos
Sei Miguel - Um concerto mais expirado que inspirado. Foi pena



Josephine Foster - Um acto raro de coragem e musicalidade. A actuação solo/duo da cantora foi única, pela sua voz, pela forma de tocar.



Noiserv - Já dispensa apresentações. A beleza minimalista dos temas de David Santos é incontornável. Dois excelentes concertos.



T de 3. Só tenho esta foto mázinha deles, mas a música foi muito boa. André No, João Leitão e Pedro Santos.

Ainda uma referência para "Concerto para Maquinaria e Estados líquidos - Canal Zero" cuja performance que envolvia uma complexa instalação não se pode realizar por falta de condições técnicas. O pouco que se ouviu e viu era altamente prometedor e interessante. Não fiz fotos de jeito...
Nikon D200, 18-200mm
de
PºG
quinta-feira, 11 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Elliott Sharp no CCB, Jazz ás Quintas
2 excertos de Elliott Sharp, no Jazz às Quintas do CCB, dia 21 de Maio às 22h
de
PºG
quarta-feira, 13 de maio de 2009
"Fred Frith - professor de improvisação"
A Jazz.pt de Maio-Junho tem uma brilhante entrevista com Fred Frith, sobre o ensino da improvisação. A não perder, se faz favor.
de
PºG
terça-feira, 12 de maio de 2009
Elliot Sharp
(Jazz às Quintas, entrada gratuita)
“All things must change to something new, to something strange.”
Henry Wadsworth Longfellow"
Tenho uma admiração antiga pelos músicos que fazem improvisação.
Quanto menos idiomáticos (menos ligados a linguagens musicais já existentes), mais os admiro e vão perceber já porquê.
Para os ouvir não basta sentar-me confortável, relaxar e deixar a música correr, porque isso apenas funciona quando a cena já está pré-estabelecida: eu sei o que vais tocar, tu sabes o que quero ouvir e assim entendemo-nos, não pensamos mais no assunto e acompanhados pelo ritmo cardíaco maternal, regressamos um pouco ao estado intra-uterino. Esta é a música de aeroportos (e não me refiro a Brian Eno).
Também não serve a atitude dominante de quando se assiste a um concerto: é uma decisão premeditada e activa e por isso, de alguma forma acabamos a avaliar a música, queremos que nos surpreenda. Sim, mas não demais. Tem haver uma alternância constante entre o factor surpresa e o que antecipamos que se vai passar, porque senão não funciona. Se a música é sempre previsível ou se nunca antecipamos o que se vai ouvir, desistimos de avaliar, ou seja de seguir o espectáculo. (bingo, estatisticamente a maior parte de nós não gosta ou não quer passar daqui quando ouve música)
Para ouvir música improvisada, não idiomática, não é possível adoptar nenhuma destas atitudes. Quando não se enquadra em regras já interiorizadas durante a nossa vida, é como ter de voltar à escola. Não estamos a avaliar a música porque não ‘sabemos’ nada sobre aquilo. Temos de nos disponibilizar a simplesmente aprender e isso não é cómodo. O nosso sentido crítico terá de se dirigir para outros aspectos indirectos, como a coerência do todo, a noção de capacidade de condução versus desenrolar aleatório que os músicos nos transmitem, a descoberta de novas estéticas através de novas estruturas, novas sonoridades, uma nova descoberta do belo. Temos de procurar.
Isto também dá prazer e até é relaxante, porque os avanços que fazemos colmatam as ansiedades que o desconhecido nos tinha trazido.
Mas não é um caminho que seja muitas vezes traçado na nossa vida inquieta onde a música é acima de tudo entretenimento imediato. Penso que tudo começa por estar sempre disposto à descoberta de outros horizontes. E nós somos muito ensinados a não fazer isto.
E agora, já perceberam. Se ouvir a música é um processo que exige de nós, ouvintes, imaginem o que não será criá-la e tocá-la. Uma maravilha, por certo.
de
PºG
sexta-feira, 8 de maio de 2009
smoke / sylvie guillem
"smoke" coreografado por mats ek com sylvie guillem e niklas ek.
"smoke" é um segmento do filme dança "evidentia" concebido por sylvie guillem.
música de arvo part
de
PºG
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Black Dice @ Museu do Chiado
2 - Negação




3 - Aceitação (Resignação?)


"...ainda que seja um vasto algo que permanece, até hoje, copiável, a marca deles é tão sua, que todos os que vêm depois de si, ou que virão ainda, serão sempre subjugados à sua posição de seguidores. Será então essa a premissa para a genialidade nesta década, a insularidade criativa? Uma espécie de primeiro ponto final na cultura popular moderna em que para um trabalho ser verdadeiramente revolucionário, tem que ser ímpar e intocável, tanto estética quanto espiritualmente, radicalmente distante de tudo o resto? Se sim, os Black Dice serão dos grandes protagonistas nos avanços artísticos no campo do som e da música neste arranque de século. Guiando-se unicamente pela procura de novos sons, novas emoções, criam música que transcende o ritmo linear, as estruturas narrativas, fraseando melodia e harmonia. Utilizam instrumentação de uma forma como nunca tinha sido utilizada e processada de maneira, também ela, completamente longe de qualquer normalidade. 'REPO', o seu mais recente álbum e segundo pela Paw Tracks (dos Animal Collective), é um outro passo em frente na gloriosa confusão que criam a partir de todas estas procuras simultâneas, intersectadas e sobrepostas. Um som cada vez mais estilhaçado (e que reflecte) do caos do ideário colectivo de hoje em dia, que o torna transcendência e indizibilidades. Um concerto, segundo em Lisboa, que será, com certeza, mais uma poderosíssima aceleração do amanhã para o dia de hoje." (RETIRADO DAQUI)
update: sim eu sei... o processo não é 'revolta, negação, ...' mas sim 'negação, revolta, ...'. Aqui soou-me melhor assim, o que é que eu podia fazer???
de
PºG
domingo, 3 de maio de 2009
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