terça-feira, 19 de junho de 2007

Hanne Hukkelberg

Sexta passada fui ao LUX. Abanar o capacete? Hmmm, não..



estive num momento ZEN. De musica imensa e beleza infinita.

A Hanne Hukkelberg foi lá cantar, entoar melodias, e acompanhar-se de sons nús, como o correr de uma bicicleta e o bater de uma tampa; ou um piano preguiçoso.




Os músicos que a acompanham completam o clima e com ela, mergulham-nos em sonhos cor de rosa.

Os albuns que até agora gravou, são mais analíticos e por consequência menos aromáticos. Ou então sou eu que acho sempre que ao vivo os bons espectáculos tem melhor clima. Mas não me entendam mal, estão todos verdes de rodar no meu ipod.

Não é monumental e grandioso, é terreno e despretensioso e não soa ao ôco de muita, mesmo muita pop. Chamei-lhe art pop experimental, mas não sei porquê, não liguem...




Ao fim de alguns encores, lá tivemos de os deixar ir. Estavam numa digressão de 2 meses e este foi o espectáculo final de encerramento. Perfeitinho era sermos agora os primeiros da próxima..

1 comentário:

Zito disse...

gostos muito dos álbuns da Hanne, o concerto foi perfeito....