sábado, 9 de fevereiro de 2008

Aparência



De certa forma, parecem-me as fotografias do bóbi. auf auf.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Jean-Marie Machado no OndaJazz

promete, isto promete... e é já amanhâ!!!!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Carla Sarkozy

Não sou muito de prestar atenção a mexericos ou a celebridades, mas abro uma excepção a Carla Bruni. Se me puderem indicar uma revista onde tenha saído simultaneamente a reportagem nua e a reportagem da cerimónia de passagem a 'primeira dama', agradecia, sempre poupava uns euros e facilita o arquivo.

Michael Gira de novo na ZDB

Michael Gira, outrora vocalista dos devastadores e fundamentais Swans e autor de notáveis discos a solo enquanto líder dos Angels of Light (banda na qual só ele é membro fixo), apresenta-se a 25 de Fevereiro na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa.
O último disco dos Angels of Light, We Are Him, gravado com a ajuda dos Akron/Family (presença habitual nos discos do projecto), é mais cheio e diversificado do que os anteriores – há guitarras folk, trombones, um tema bluegrass, mas também tensão nervosa à Swans. Arriscamos dizer que é o melhor disco de Gira pós-Swans.
Na ZDB, Gira, que lidera também a Young God Records (Devendra Banhart, Lisa Germano, Akron/Family), vai estar acompanhado por Fabrizio Palumbo, membro dos italianos Larsen, músico que assegura também a primeira parte.
(in bodyspace)


A primeira parte do espectáculo será assegurada pelo exuberante italiano FABRIZIO MODONESE PALUMBO, membro dos Larsen e dos Blind Cave Salamander, que apresentará o seu projecto a solo, descrito como um cocktail de música ambiental/experimental introspectiva, que serve de pano de fundo às explorações vocais líricas próprias de um verdadeiro songwriter. Habitual colaborador de nomes tão importantes como Current 93, Xiu Xiu, Nurse With Wound, Matmos, Jarboe ou Lydia Lunch, Fabrizio Modonese Palumbo consumará mais uma colaboração de luxo ao acompanhar, na segunda parte do espectáculo, Michael Gira em palco.
(in fade in festival - myspace)

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Trampa (actualizado)

Vai não vai e apanho o blogspot a roubar-me as fotos, sabe-se lá porquê.. já lá estão de novo, as fotos dos The Go! Team.

(actualização) E agora foram as do Emir, já abaixo. Pelo menos, deu para perceber o truque: nada de fazer cut & paste entre posts diferentes, meus amigos. O irritante é que por cerca de 24 horas a coisa fica impecável, só desaparecem depois desse período.. cães! :)

Live 3 - Emir Kusturika @ Coliseu






Revisita a um velho ídolo..

a omnipresença das máquinas fotográficas nos telemóveis ou em tamanhos tão reduzidos que quase parecem não existir, banalizou a sua utilização nos espectáculos.. e a permissividade de o fazer. Normalmente ninguém é advertido por as usar, pelo menos em espectáculos em que a movimentação da assistência e o silêncio não são requisitos. Parece-me justo, sempre me pareceu. É certo que uso uma máquina não compacta, mas essencialmente faz o mesmo que as compactas, fotografa. Aliás faz menos, porque não filma. E também não costuma ser problema.
Mas neste concerto fui literalmente perseguido pelas lanternas de leds das equipas de segurança. Estava ali pela décima fila, ou melhor "camada" de pessoas de pé, e sempre que começava a fotografar (sem flash) era impedido e ameaçado de ser expulso, por gestos de lanterna. As máquinas compactas claro que também ali estavam às dezenas, à minha frente, mas não perturbavam a 'autoridade'. Rendido, arrumei a minha máquina de 10M píxeis na mochila e saquei da compacta de 12M píxeis, que também ali tinha. Alguma desordem (que não pôde merecer a atenção dos seguranças, dada a sua concentração na muito mais elevada tarefa de detectar máquinas fotográficas não compactas no público) reinante em pequenos grupos da assistência levou-me até à segunda fila, ou camada, e mesmo ali debaixo dos narizes da segurança, fotografei e filmei calmamente com a minha compacta de 12M píxeis. Literalmente visto e consentido pelos mesmos dois que me impediram de usar, lá detrás, a outra máquina. Ficam informados, mesmo que não percebam a lógica!




sábado, 2 de fevereiro de 2008

Live 2 - Dead Combo @ ZDB







Dead Combo, muito bons como sempre, a sala ZDB (24jan) com o palco central cai-lhes que nem ginjas.
Assumo-me fã (quase) incondicional, mas ao fim de cerca de dois anos era altura para eles se reinventarem. Neste concerto (onde apresentaram dois ou três temas do futuro album) não houve traços visíveis, talvez compreensível dado que se aproxima a data de lançamento do novo trabalho. A expectativa é alta, para mais que está a ser feito com guest stars inesperados!

blog bem giro da gravação do novo trabalho aqui: X




Alinhamento:

Live 1 - The Go! Team @ Lux





Os (e as) The Go! Team foram ao Lux (18jan). Música para curtir (não, não é esse curtir..) ritmos, caos eufórico, distorção pós punk, funkalhada, samples, gajas e gajos freaks, Hip Pop e por aí fora! Foi um começo de ano de boa onda contagiante. Yeeeeeeaaaahhhh!!!!!!!







Alinhamento do concerto:

The Power Is On
Wrath of Marcie
Panter Dash
We Just Won´t Be Defeated
Fake ID
Grip Like a Vice
A Version of Myself
Junior Kickstart
Bottle Rocket
Everyone's A V.I.P. To Someone
Flashlight Fight
Ladyflash
Huddle Formation
Titanic Vandalism
Doing It Right
Keys To The City

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Podcast que vale mesmo a pena!

"Músicas no Plural"*, da responsabilidade de Rui Neves (Jazz em Agosto). Considerem isto uma rara oportunidade.
Emissão semanal, às segundas, em formato podcast, iniciativa da F. Gulbenkian.

*também disponível aqui na coluna da direita

sábado, 26 de janeiro de 2008

está um pouco seco, o tempo

Cedo este post para publicarem aqui alguma coisinha que queiram dizer. Por mim, não me está a ocorrer nada...




... involuntariamente deixado em branco ...

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Sem Nome

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Menino / Menina

Juliette and the Licks


Este mês estão no Damn Good (barra de vídeo aqui do lado) os Juliette and the Licks. Banda da actriz que personalizou a Mallory dos 'Assassinos Natos', são de uma energia brutal em palco, por contribuição em 99.9% da própria Juliette. É verdade que não estão a inventar nada, nem musicalmente, nem na performance de palco. Também é verdade que tentei escrever aqui qualquer coisa mais fantasticamente abonatória, mas tive dúvidas. Mesmo assim eles merecem estar lá, quanto mais não seja porque a Juliette atira-se em voo para os braços da plateia nos seus concertos. Pode ser que um dia eu consiga estar sózinho na primeira fila.

sábado, 29 de dezembro de 2007

Gabriela Montero @ Gulbenkian (2ª edição, revista e aumentada)


audio de improvisação sobre
'Coimbra é uma lição' e fotos
do concerto
Assume-se que a música clássica é criada através de composição e tocada posteriormente. De facto, é a situação mais comum e de alguma forma o ‘sistema’ funciona assim. Um músico de formação clássica tem uma notável capacidade de fazer leitura de uma partitura à primeira vista, de fazer a interpretação de uma peça, mas é muito pouco provável que se aventure na improvisação. Não se mete nisso. Se a nossa curiosidade nos levar a procurar um CD de música improvisada numa linguagem clássica, arriscamo-nos a nunca encontrar.
O improviso foi uma componente da música clássica que se foi perdendo, provavelmente devido à obsessão pelos grandes compositores e as suas obras primas intemporais. No entanto, a improvisação já se praticou com regularidade. O canto Gregoriano foi muito praticado pela improvisação, Bach, Mozart, Beethoven, todos improvisaram. No Barroco foi também prática corrente.

Gabriela Montero é talvez o único nome contemporâneo que está a fazer da improvisação clássico-romântica o seu objectivo mais visível de carreira. Esteve na Gulbenkian dia 3 de Dezembro passado para um extraordinário concerto, com interpretação de peças de Chopin na primeira parte e improvisações livres na segunda, feitas a partir de pequenas melodias dadas espontaneamente pelo público.

Diz na internet que Gabriela aprendeu por si a tocar os “parabéns” com dois anos de idade, num piano de brinquedo. Que nunca mais parou de tocar e que a improvisação lhe surgiu de uma forma espontânea, não estudada. Fez a sua primeira apresentação pública aos 5 anos. Já crescida, foi descoberta pela célebre pianista Martha Argerich e tornou-se sua protegida. Do concerto, e na condição de ouvinte não especializado, digo-vos que adorei seu estilo 'legatto' e fluído. Os ‘temas’ da improvisação evoluíram agilmente, embora uma pesquisa no youtube ou aqui revele exemplos ainda mais impressionantes.

A improvisação dá ‘hormonas’ à musica clássica tornando-a mais vivida e próxima de nós, contribui para a sua apreciação e revela o músico que a faz. Era interessante que daqui a algum tempo pudesse concluir que G. Montero contribuiu para a recuperação deste ‘lado oculto’, ao contrário de ter sido uma mera curiosidade de passagem. Os músicos, os promotores e o público têm um papel neste futuro.

G. Montero na Gulbenkian em 3 Dezembro 2007
Primeira Parte
Chopin
Nocturno em Dó menor, Op.48 no.1
Nocturno em Réb maior, Op.27 no.2
Balada No.3 em Láb maior, Op.47
Scherzo No.2 em Sib menor, Op.31
Scherzo No.3 em Dó3 menor, Op.39

Segunda Parte
temas dados pelo público
- S.Rachmaninoff - Rapsódia sobre um tema de Paganini, Op.43
- Summertime
- Coimbra é uma Lição (fado de Coimbra)
- J.S. Bach - Variações "Goldberg", BWV 988 - Ária
- My Way
Chopin
Polonaise em Láb maior, Op.53

Discografia

Porque é que tive de comprar os CD's da Gabriela Montero na Amazon srs vendedores??


quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Stranglers

Quando era puto adorava os Stranglers. Como eram uma banda barulhenta e marginal tinha uma angústia: será que quando fosse grande continuaria a gostar dos Stranglers?
Mais depressa que queria, já tenho tenho idade para responder. Sim. Da mesma maneira que sempre gostei.

Nota: Os Stranglers deixaram de ser os Stranglers em 1983. Desde aí os senhores tiveram uma grave crise existencial e perderam-se. Esqueçam por completo. Mesmo. O maior 'despiste' da história da música, é o que eu acho.

Verdadeira Discografia de Grande Kualidade
(esqueçam o resto. mesmo)
Rattus Norvegicus
No More Heroes
Black and White
Live (X Cert)
The Raven
The Gospel According to the Meninblack
La Folie
Feline


Improviso

Quando se está a tocar não se pode pensar.
Ou pode? Esta questão foi um verdadeiro problema para mim, que sou físico de formação e a modos que engenheiro de profissão. Estou habituado a usar o hemisfério esquerdo para validar o direito, das ideias. Acho que em criança não somos assim, mas a minha via académica de ensino foi-me moldando durante anos. Optei por me concentrar na minha formação sem grandes desvios. Mais tarde, quando percebi que era impossível apenas fazer o que fazia, comecei a pintar e este meu processo de agir continuou. A pintar, exerço o espirito crítico "à posteriori" mais que o impulso "à priori". Infelizmente isso vê-se. Literalmente.
Foi quando retomei o pouco que sabia de guitarra que se tornou incontornável alterar este processo.

Há duas formas de improvisação. A livre, e a que segue algumas regras, como é o caso do jazz. É por não ser totalmente isenta de regras que temos a tentação de pensar. Simplificando ao máximo, temos de tocar seguindo uma harmonia, um conjunto de acordes previamente estabelecidos. Significa que tenho de saber escalas e arpejos e mais umas quantas coisitas. Ora eu julgava que sabia, porque se me perguntassem, podia responder. Mas não, porque saber assim, não serve para nada. Tenho de as 'ter nos dedos', se me faço compreender. Nelas não posso pensar, porque delas eu respiro. Os acordes mudam a uma sucessão de 4 tempos (pra simplificar) e eu não tenho tempos no hiperespaço para pensar nisso. Tenho de ir usando e mudando as minhas escalas com a naturalidade de quem respira. O que eu posso pensar, enquanto respiro, perdão, enquanto toco estas escalas, é na minha ideia melódica. Que tem uma liberdade relativa porque tem de se conformar nas escalas que toco.
É isso que neste momento me preocupa. Respirar as escalas e passar o pensamento para a intenção melódica. Este processo de libertação tem uma lentidão 'desesperante'. Só não desespero porque desesperaria ainda mais se não o conseguisse. Ainda está longe de ter uma qualidade razoável, mas já dei alguns passos.

Pode parecer à primeira vista, mas a improvisação livre nada facilita. Essa improvisação é dita 'livre' por falta de estruturas conformantes que sejam conhecidas, do público e dos (outros) músicos. Mas elas terão de existir, senão far-se-á sentir a falta de uma linguagem pessoal, e um excesso de aleatoriedade. A improvisação livre é muito exigente mas coloca a exigência em áreas diferentes da improvisação estruturada. E também exige ao ouvinte, porque não sendo uma linguagem universal, como o jazz, é muito mais difícil de ser reconhecida, comparada e avaliada. Nessas alturas usamos o coração e o desprendimento.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Dezembro



Este mês não foi muito dado a escrita. Volto já.

sábado, 8 de dezembro de 2007

Hangin' out and Jamming



no stress!