
Arquivo Fotográfico de Lisboa, Rua da Palma, nº 246, 1100-394 LISBOA *
*não dá pra faltar!
..que eu gosto. Sou voyeur.


Mas não é fácil começar a digerir o que se vê. A música de Tchaikovsky começa. A qualidade do som ronda o low-fi. No palco à frente do fundo preto há 12 cadeiras e ao longo dos primeiros minutos entram no palco três dançarinos (adivinha-se pelos corpos) e um homem corcunda. Raimund Hoghe, o coreógrafo desta peça, é esse corcunda. Não esboçam dança. Pelo contrário, há um despojo absolutamente desconcertante dos poucos movimentos. Esperamos ver acção, mas nada acontece. A austeridade visual é assustadora. Os bailarinos deslocam-se de A para B no palco e ali ficam de pé ou deitados. Mexem um braço talvez, na única reminiscência da linguagem clássica do ballet. A música continua, mas o palco esvazia-se enquanto Hoghe tira uns papéis que a dada altura colocara pelo chão (simbolizando os cisnes). Ou o limpa, com uma esfregona, da água deixada por cubos de gelo (simbolizando talvez o lago).Culturgest, 8 Fevereiro 2008

Answer: That means that my job is to confront apathy and confront all the forces that tend to batter each of us down with all kind of oppression, even self-oppression. I consider that the main job of the art that I do- to rattle the cage, wake people up, wake myself up, confront all that would conspire to keep us down.
(na ZDB próxima sexta feira)
























Os (e as) The Go! Team foram ao Lux (18jan). Música para curtir (não, não é esse curtir..) ritmos, caos eufórico, distorção pós punk, funkalhada, samples, gajas e gajos freaks, Hip Pop e por aí fora! Foi um começo de ano de boa onda contagiante. Yeeeeeeaaaahhhh!!!!!!!







